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É este o título do artigo no Expresso de 09.02.20. Portugal e Itália são os países da OCDE com a classe docente mais envelhecida. Segundo o Conselho Nacional de Educação, 52 mil docentes (58% dos 90.000 dos quadros de escola) vão reformar-se nos próximos dez anos.

A FENPROF, por seu turno, alerta para o facto de haver escolas sem profissionais abaixo dos 40 anos e com um terço acima dos 60, bem como estabelecimentos de ensino em que a média de idades dos professores está próxima dos 60 anos.

Este envelhecimento é mais acentuado entre os educadores de infância e os professores do 1° ciclo. Para além disso, no 5° e 6º anos, há grupos de recrutamento, como Português e Estudos Sociais/História, em que as percentagens de aposentação ultrapassam os 80%.

Este cenário coincide com um número cada vez menor de jovens a querer dedicar a vida ao ensino. O número de inscritos no 1° ano em cursos de educação diminuiu de, aproximadamente, 7800 ingressos, em 2010/2011, para 4038, em 2018/2019.

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