Qualificação e emprego: Ser licenciado continua a compensar
Um estudo do Instituto Nacional de Estatística que avaliou a relação entre a qualificação e a rapidez com que se entra no mercado de trabalho, não tem dúvidas:
2 anos após terem terminado a formação, mais de 40 por cento dos jovens com o ensino básico ainda procuravam emprego e apenas 25 por cento dos licenciados permaneciam nessa situação.
Um diplomado no desemprego demora em média 8 meses a encontrar emprego enquanto um que não tenha formação superior demora 15 meses.
O último relatório da OCDE Education at a Glance também é claro quando diz que Portugal é o segundo país da organização, a seguir ao Brasil, onde o prémio salarial dos licenciados que entram no mercado de trabalho é mais elevado. Quem faz uma licenciatura ou um grau mais elevado ganha duas vezes mais do que a média. E comparativamente aos que não foram além do secundário ou de um curso profissional, o ganho é 80 por cento superior.
Por outro lado, a Formação de Professores continua a ser a profissionalização com maior aceitação no mercado de trabalho, evidenciando a menor taxa de desemprego entre os diplomados na última década – só 5 em cada 100 licenciados!
Informações e infografia recolhidas no Jornal Público, 13 de Fevereiro 2011. Veja o recorte.
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