| Objetivos de aprendizagem 1. Compreender as complexidades das relações indivíduo-comunidade e sociedade e suas implicações para a intervenção (Compreendem a natureza das relações indivíduos e comunidades à luz dos princípios fundamentais de intervenção sociocomunitária; articulam essas relações com a sociedade e com as implicações para a intervenção) 2. Analisar de modo crítico as adequações a problemas/questões de intervenção comunitária a partir de diferentes paradigmas de intervenção (Reconhecem a diversidade de paradigmas de intervenção comunitária e as respectivas implicações do ponto de vista do tipo de intervenção, postura do técnico; Compreendem conceitos fundamentais de intervenção comunitária) 3. Analisar os fenómenos comunitários a partir das perspectivas do de desenvolvimento local/comunitáro (Reconhem o desenvolvimento local como factor estruturante) 4. Desenvolver posturas críticas que potenciem o desenvolvimento de um perfil de intervenção comunitária adequado às sociedades actuais Conteúdos programáticos 1. Indivíduo e sociedade: relações conceptuais e aproximações aos principais paradigmas de compreensão 1.1. sociedades de risco e incerteza e a recuperação do conceito de comunidade(s)? 2. Intervenção Comunitária: revisão de elementos de análise 2.1. modelos de intervenção comunitária e cidadania 2.2. a participação, a endogeneidade e a autonomia 2.3. investigação-acção - Fundamentos teóricos da Investigação-acção, funções e tipologias de práticas 2.4. os diagnósticos particiativos na inetrvenção comunitára: fundamentos e instrumentos 3. Teorias do Desenvolvimento Local de base regional e local 3.1. os princípios do desenvolvimento local e do desenvolvimento comunitário 3.2. as organiações locais nas sociedades contemporâneas como recursos de intervenção 3.3. as organizações plurais Avaliação Aulas teóricas necessárias à compreensão dos conteúdos. Momentos centralizados nos estudantes em aulas teórico-práticas que mobilizam textos debatidos pelos estudantes em pequeno grupo. Debatem-se situações paradgimáticas em sala de aula a partir de seminários e de ex estudantes convidados que obriga ao questionamento por parte dos estudantes. o trabalho individual (80% da nota) proposto aos estudantes é discutido nos momentos de orientação tuturial que poderão concretizar-se individual ou coletctivamente. Este deverá centralizar-se na escrita sobre os princípios de intervençaõ comunitária que os estudantes deverão mobilizar para os seus projectos de mestrado, ajudando a consubstanciar as aprendiagens efectuadas na u.curricular. 20% restantes atribuem-se à assiduidade e participação. Bibliografia CORTESÃO, Luíza (2006). Investigação Acção: um convite a práticas cientificamente transgressivas. Fenix, ano 5: n 7 GEERTZ, Clifford (1982). Anti anti-relativismo, American Anthropologist, 263:278 GUERRA, Isabel Carvalho (2002). Fundamentos e processos de uma Sociologia da Acção. O planeamento em ciências sociais. Cascais: Principia (2 edição) ISBN: 9789728500856 MURPHY, Raymond (1982). Power and autonomy in the sociology of Education. Theory&Society, vol.11 (2) SANTOS, Boaventura Sousa (1997). Por uma concepção multicultural dos direitos humanos. Revista Crítica de Ciências Sociais. n48 |