CIPAF – Centro de Investigação Paula Frassinetti

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Problematização em Educação e Formação de Educadores

Esta linha de investigação, assente em princípios epistemológicos pós-positivistas e em pressupostos próprios de uma pedagogia do conhecimento, tem como seu princípio heurístico a conceção de que educar no contexto da nossa contemporaneidade – marcada pela mudança contínua – implica a precedência da aprendizagem sobre o saber ou, talvez melhor, a aceitação do saber enquanto resultado provisório do aprender. Emerge aqui o problema como dialética entre o conhecido e o desconhecido, como relação entre o sujeito e as tarefas a executar e ainda como perspetivação do enigma que leva ao delineamento do projeto Projeto em que a problematização – entre a problemática (que objetivamente define as condições de possibilidade do pensamento e da ação) e o problemático (como modalidade de sentido e de juízo) - garante a regulação dos processos na medida em que, com ela, se definem critérios, se assumem posições e se constroem problemas em correlação com a capacidade de se enfrentarem situações dilemáticas.
A principal competência a adquirir neste contexto será precisamente a capacidade de problematizar.

Projetos

Ética, Dilematização e Problematização em Educação Social

Tutoria Digital na Supervisão Educativa de Comunidades e Práticas

Competências Transversais dos Professores de Educação Básica (Educação de Infância, 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico)

 

Construção da(s) Identidade(s) e Projetos de Desenvolvimento Pessoal e Comunitário

É uma realidade que, no terreno da educação, a identidade - e, mais precisamente, a construção das identidades - constitui uma dimensão incontornável dos projetos que aí se desenvolvem. A introdução da vertente da construção e a indicação do plural no conceito em causa desde logo marcam a preocupação de, promovendo-se a sua mais-valia educativa, se salvaguardar uma abertura que o isente aqui das críticas, reservas e desvios que a sua história recente conheceu. A premissa da construção surge então como uma exigência quanto ao reconhecimento e valorização pedagógica da existência de uma intencionalidade e de um correspondente processo em que a identidade pode percorrer itinerários e atingir resultados que sejam plurais, participados e dinâmicos quer em termos da perceção que cada um/a tem de si mesmo/a, quer no que se refere à representação que os outro/as dele/a fazem. As identidades, deste modo, podem ser sincrónica e diacronicamente múltiplas. Serão sempre, com certeza, complexas, quer dizer, compostas por elementos – físicos, psicológicos, sociais e históricos – em interação e sintetizadas em totalidades abertas. Claro que igualmente sujeitas a constrangimentos autoritários desde que se instituam estratégias de imposição rígida de modelos.

Projetos

Relações Escola-Famíllia e Processos de Construção Complexa de Identidades - O caso do Agrupamento da Junqueira, Vila do Conde

Problematização de Vivências de Sucesso em Populações Escolares Específicas

Histórias no Feminino: a influência das histórias nas narrativas identitárias de mulheres educadoras em Portugal e Espanha

Trajectórias socioprofissionais dos Educadores Sociais, licenciados pela ESEPF

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